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jaquelinerac@hotmail.com
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OLA AMIGOS,
MUITAS PESSOAS (17 PESSOAS DE 08 ESTADOS DIFERENTES) ENTRARAM EM CONTATO E SOLICITAM INFORMAÇÕES DIRETAS E CLARAS DE COMO REAGIR, DENUNCIAR E PUNIR O ASSEDIO MORAL NO SERVIÇO PÚBLICO E EM EMPRESAS PRIVADAS ... VAMOS ESCLARECER, ENTÃO.
CABE RESSALTAR QUE, POR MAIS QUE NÃO EXISTA LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA SOBRE ASSEDIO MORAL, TAL VIOLENCIA PODE SER PUNIDA PELA CONSTITUIÇÃO FEDERAL, CLT E CÓDIGO CIVIL. O MAIS IMPORTANTE É ESTAR CONSCIENTE E REAGIR... COLETAR PROVAS E BUSCAR SEUS DIREITOS COMO TRABALHADOR E COMO CIDADÃO. COMPARTILHAR CONHECIMENTOS SOBRE ASSEDIO MORAL É UM MEIO DE ORIENTAR AS PESSOAS AO SEU REDOR E CONSEGUIR QUE TESTEMUNHEM O QUE PRESENCIAM CONTRA VOCE, COM A CONSCIÊNCIA DE QUE UM DIA, ELAS PODERÃO SER "A PROXIMA VITIMA".
NAS INSTITUIÇÕES PÚBLICAS: JUNTE PROVAS, TESTEMUNHAS, FAÇA UM DIARIO CITANDO DIA, HORA, FATOS, PESSOAS QUE PRESENCIARAM TAL PROCEDIMENTO QUE PROVOQUE HUMILHAÇÕES REPETITIVAS E CONSEQUENTEMENTE O ASSEDIO MORAL E VIOLENCIA PSICOLOGICA. FAÇA UM RELATORIO DE TUDO ISSO, ANEXE PROVAS (GRAVAÇÕES, FOTOS, BILHETES...) E PROCURE O DEPARTAMENTO OU SECRETARIA DE RECURSOS HUMANOS. PROTOCOLE TUDO. TIRE CÓPIA DE TUDO, ENTREGUE CÓPIAS AUTENTICADAS E NUNCA O ORIGINAL, PERMANEÇA SEMPRE COM OS ORIGINAIS. SOLICITE ABERTURA DE PROCESSO ADMINISTRATIVO DISCIPLINAR CONTRA O ASSEDIADOR. ISSO PODE LEVAR A INQUERITO ADMINISTRATIVO E PUNIÇÃO DE QUEM PRATICA TAL ATO NA ADMINISTRAÇÃO PUBLICA, DEPENDENDO DO CASO E DO ESTATUTO DOS SERVIDORES PUBLICOS, ATÉ EXONERAÇÃO.MUITAS VEZES, POR QUESTÃO DE PODER, O ASSEDIADOR ABRE UM PROCESSO ADMINISTRATIVO CONTRA A VITIMA.. REAJA, PROVE O CONTRARIO E PROCURE OUTRAS INSTANCIAS CASO NECESSARIO.
NAS ORGANIZAÇÕES PRIVADAS: JUNTE PROVAS, TESTEMUNHAS, FAÇA UM DIARIO CITANDO DIA, HORA, FATOS, PESSOAS (TELEFONE, ENDEREÇO, FUNÇÃO, PROFISSÃO) QUE PRESENCIARAM TAL PROCEDIMENTO QUE PROVOQUE HUMILHAÇÕES REPETITIVAS E CONSEQUENTEMENTE O ASSEDIO MORAL E VIOLENCIA PSICOLOGICA. FAÇA UM RELATORIO DE TUDO ISSO, ANEXE PROVAS (GRAVAÇÕES, FOTOS, BILHETES...) E PROCURE O RH DA EMPRESA. COMUNIQUE OS FATOS AO SEU SINDICATO E AO MINISTERIO DO TRABALHO. BUSQUE ORIENTAÇÃO E DEFESA DE UM BOM ADVOGADO.
TANTO NA AREA PUBLICA QUANTO NA AREA PRIVADA, MUITOS JUIZES, USUFRUEM DA CONSTITUIÇÃO FEDERAL PARA COIBIR E PUNIR A PRATICA DO ASSEDIO MORAL, CONDENANDO O ASSEDIADOR POR DANOS MORAIS E MATERIAIS E AINDA HOMOLOGANDO A AÇÃO INDENIZATÓRIA, NA MAIORIA DAS VEZES CONTRA A INSTIRUIÇÃO E NÃO SOMENTE CONTRA O ASSEDIADOR. UM BOM ADVOGADO PODERÁ LHE ORIENTAR A RESPEITO.
CARO TRABALHADOR (A) FAÇA VALER SEUS DIREITOS. DIVULGUE SEUS CONHECIMENTOS SOBRE ESSA VIOLENCIA PSICOLÓGICA QUE TRAZ PREJUIZOS A SUA SAUDE FISICA, MENTAL E SOCIAL. VAMOS NOS UNIR NA LUTA PARA QUE EM NOSSAS CIDADES, ESTADOS E QUEM SABE EM NOSSO PAÍS, TENHAMOS LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA SOBRE ASSÉDIO MORAL.
JAQUELINE
AMIGOS QUE ACESSARAM MEU BLOG,
QUERO AGRADECER OS DEPOIMENTOS E AS NOTAS E COMPARTILHAR COM VOCES QUE TIREI 10 NA MONOGRAFIA.
ESSE CANAL DE INFORMAÇÃO SOBRE ASSÉDIO MORAL É MAIS QUE UM TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO... FOI UMA
RESPOSTA SÁBIA SOBRE O SOFRIMENTO QUE PASSEI NUM ÓRGÃO PÚBLICO.
ASSIM COMO EU, QUERO QUE VC TRABALHADOR, QUE ESTEJA SENDO VÍTIMA DESSA VIOLÊNCIA, TENHA INFORMAÇÃO,
ORIENTAÇÃO E FORÇA SUFICIENTE PARA REAGIR.
CONTINUAREI ESCREVENDO E TENDO NESSE BLOG UM INSTRUMENTO DE REAÇÃO AO ASSEDIO MORAL.
DÚVIDAS, ENTREM EM CONTATO POR E-MAIL, ESTAREI PRONTA PRA ATENDÊ-LOS.
JAQUELINE
CAROS COMPANHEIROS, TRABALHADORES E SERVIDORES PÚBLICOS,
Sabemos que a pratica do Assédio Moral, se alastra como uma epidemia nas mais diversas relações de trabalho, ganhando espaço no serviço público na esfera municipal, estadual e federal. O autoritarismo, o sarcasmo, a perseguição, a inveja e com isso a incompetencia e falta de compromisso com o serviço público e a desvalorização do servidor de carreira, se expressa maléficamente nas relações de poder, surgindo o assédio moral contra o trabalhador. Essa violencia sorrateira fere, machuca, maltrata e com muito cinismo, esconde os reais motivos da agressão. Geralmente os trabalhadores que mais sofrem assedio moral são os que conhecem seus direitos e deveres, os que desempenham com eficiência suas funções e não se curvam ao autoritarismo perverso, assim, passam a ser uma ameaça a seus agressores.
O Assédio Moral no Brasil, ainda não foi inserido na CLT especificamente como violência contra o trabalhador nem tipificado como crime na legislação nacional. Diante de tanto sofrimento, o trabalhador reage e como resposta surge um movimento nacional buscando legislação especifica sobre o tema. No Paraná, o Deputado Tadeu Veneri do PT, foi proponente de Lei aprovada na Assembleia Legislativa, que também tramitou pela Camara Municipal de Curitiba, no combate a todas as manifestações do Assédio Moral no Serviço Público. Em quase toda legislação municipal e estadual, define-se assedio moral como:
" todo tipo de ação, gesto ou palavra que atinja, pela repetição, a auto-estima e a segurança de um indivíduo, fazendo-o duvidar de si e de sua competência, implicando em dano ao ambiente de trabalho, à evolução da carreira profissional ou à estabilidade do vínculo empregatício do funcionário, tais como: marcar tarefas com prazos impossíveis; passar alguém de uma área de responsabilidade para funções triviais; tomar crédito de idéias de outros; ignorar ou excluir um funcionário só se dirigindo a ele através de terceiros; sonegar informações de forma insistente; espalhar rumores maliciosos; criticar com persistência, substimar esforços."
Creio que possa ser incorporado à definição: Transferência repentina ou sem motivo de local de trabalho, falta de ambiente ou condições dignas para o desempenho de tarefas e funções relacionadas ao trabalho, menosprezo à capacitação profissional e funcional do servidor, diferenciação de carga horária entre servidores de um mesmo setor... e tantas outras formas de "proteção" a alguns e "perseguição" a outros, que caracterizam a pratica do assédio moral, provocando além de sofrimento à vítima, conflitos e desmotivação à equipe, podendo denegrir a imagem da organização.
CABE AOS BONS GESTORES ESTAREM ATENTOS À EQUIPE, INVESTIGANDO COM ÉTICA E COMPROMISSO O BEM-ESTAR DO TRABALHADOR E A EXCELÊNCIA DOS SERVIÇOS PRESTADOS À POPULAÇÃO ... ESTANDO ATENTOS À SOLICITAÇÕES DE TRANSFERÊNCIA (estipulada ou solicitada), DESABAFOS, CRISES DE CHORO, ESTRESSE, ABSENTEÍSMO, LICENÇAS PARA TRATAMENTO DE SAÚDE, ATRASOS, DESMOTIVAÇÃO ... TUDO QUE POSSA INDICAR A PRATICA DE ASSEDIO MORAL NA ORGANIZAÇÃO, AGINDO DE FORMA A PREVENIR, COIBIR E PUNIR A PRATICA DESSA VIOLENCIA, FAZENDO VALER SEU PAPEL DE GESTOR COMPETENTE E RESPONSÁVEL.
CABE AINDA A NOSSOS REPRESENTANTES POLITICOS, APROFUNDAREM ESTUDOS SOBRE O TEMA E REALMENTE DEFENDER OS DIREITOS DO TRABALHADOR COM LEGISLAÇÃO ESPECÍFICA SOBRE ASSÉDIO MORAL. DIFÍCIL MESMO... É ERGUER UMA ARMA PARA FERIR-SE A SI MESMO, COMPREENDENDO QUE, A MAIORIA DOS CASOS DE ASSÉDIO MORAL, ACONTECEM EM ÓRGÃOS PÚBLICOS, DEVIDO A RELAÇÃO DE PODER E POUCA COMPETÊNCIA DE CHEFIAS INDICADAS QUE NÃO CONHECEM O PROCESSO DE TRABALHO. RESSALTANDO QUE A DESVALORIZAÇÃO DO SERVIDOR PÚBLICO DE CARREIRA, FRENTE A NOMEAÇÃO DE ESTRANHOS, JA PODE SER CONSIDERADO COMO MANIFESTAÇÃO DE ASSEDIO MORAL,NÃO COMPROMETENDO AQUI, OS CARGOS DE CONFIANÇA NECESSÁRIOS AO GESTOR PÚBLICO.
CABE A NÓS TRABALHADORES, SERVIDORES PÚBLICOS, LUTARMOS PELA NOSSA DIGNIDADE, PELA EXCELÊNCIA DOS SERVIÇOS PRESTADOS À POPULAÇÃO, SEM NUNCA DESISTIRMOS DA ÉTICA COMO CIDADÃO, E DO PRAZER DO TRABALHO COMO SER HUMANO.
ASSÉDIO MORAL DEVE SER DENUNCIADO. NÃO SE OMITA DIANTE DOS FATOS.
" Um homem se humilha
Se castram seu sonho
Seu sonho é sua vida
E a sua vida é trabalho
E sem o seu trabalho
Um homem não tem honra
E sem a sua honra
Se morre, se mata."
(Gonzaguinha)
GESTÃO DE PESSOAS NAS ORGANIZAÇÕES E O ASSEDIO MORAL
Assim como o próprio assédio moral, os efeitos dessa violência psicológica nas organizações, também começam de forma sutil e a longo prazo vão sendo desvelados, gerando um desconforto que a própria vítima ou outros expectadores julgam como suportável, acarretando enormes prejuízos à (s) vítima (s), ao processo de trabalho e à imagem da empresa.
Os efeitos maléficos do asédio moral resulta em: baixa qualidade e queda de produção de bens e serviços, baixo desempenho, absenteísmo, desemprego... denegrindo a imagem da organização e até mesmo do país, diante da falta de estudos e mecanismos de prevenção e coibição desse fenômeno que cresce a cada dia.
A área de gestão de pessoas preocupa-se com a saúde física, mental e social do trabalhador, pois o bem-estar de cada sujeito, reflete na totalidade e diretamente no clima organizacional e na produção de bens e serviços, portanto é importantísimo estreitar o relacionamento com os mais diversos escalões da empresa, na prevenção, identificação e tratamento do assédio moral.
Julga-se necessário a reformulação e pleno conhecimento sobre o contexto das relações humanas no âmbito da organização do trabalho, mobilizando todos os trabalhaddores e favorecendo uma atuação coletiva em parceria com sindicatos e profissionais das mais diversas áreas, como instrumento de prevenção e inibição do assédio moral. Possibilitando a formação de grupos de reflexão onde os trabalhadores sejam multiplicadores de conhecimento e interlecutores internos sobre assédio moral, elencando "pessoa de confiança", eleita entre os trabalhadores para ouvir e intervir em sigilo (a princípio) sobre as denúncias.
Em ações por danos morais e materiais reclamados por prática de assedio moral, a organização é responsavel por não ter evitado a violência, estando imposssibilitada de ignorar ou negar sua competencia diante do problema, reavaliando a postura de superiores e gestores e tomando para si a responsabilidade sobre a prática perversa destes.
Segundo HIRIGOYEN (2005, p.325 a 326), a organização deve estruturar-se para evitar o assedio moral através de etapas:
1 - INFORMAÇÃO E SENSIBILIZAÇÃO DE TODOS OS EMPREGADOS SOBRE A REALIDADE DO ASSÉDIO MORAL.
2 - FORMAÇÃO DE ESPECIALISTAS INTERNOS: EQUIPE DE MEDICINA SOCIAL, REPRESENTANTES SINDICAIS OU PESSOAS DE BOA VONTADE PARA TRABALHAR COMO "PESSOA DE CONFIANÇA'.
3 - TREINAMENTO DE FUNCIONÁRIOS DO DEPARTAMENTO DE RECURSOS HUMANOS QUANTO ÀS PROVIDÊNCIAS A ADOTAR PARA PREVENIR O ASSÉDIO MORAL, DETECTÁ-LO OU ADMINISTRAR CASOS JA EXISTENTES.
4 - REDAÇÃO DE UMA AGENDA SOCIAL PARA DISCUTIR OS DIFERENTES TIPOS DE ASSÉDIO E A DISCRIMINAÇÃO, E DISTRIBUÍ-LO NOMINALMENTE A CADA EMPREGADO. É UMA OCASIÃO PARA A EMPRESA LEMBRAR SEUS VALORES E DEIXAR CLARO AS SANÇÕES PREVISTAS PARA OS TRANSGRESSORES.
GESTORES E TRABALHADORES, CONSCIENTIZAÇÃO É PREVENÇÃO.
JAQUELINE

ATENÇÃO TRABALHADORES...
SEMINARIO EM JOINVILLE SOBRE ASSEDIO MORAL NO TRABALHO COM
DOUTOR JOSÉ ROBERTO HELOANI.
DIA: 08/05/2008
LOCAL: AUDITORIO DA UNIVILLE
HORARIO: 19 HORAS E 30 MINUTOS
ENTRADA FRANCA
PROMOÇÃO: SINPRONORTE - Sindicato dos Trabalhadores em Instituição de Ensino Particular e Fundações Educacionais do Norte do Estado de Santa Catarina.
APROVEITEM A OPORTUNIDADE E COMPAREÇAM.
JAQUELINE
ATENÇÃO TRABALHADOR !!!
O QUE CARACTERIZA O ASSEDIO MORAL NO TRABALHO?
Comportamento abusivo e autoritário por parte de superiores (vertical) ou colegas de trabalho (horizontal), através de atitudes tendenciosas, discriminatórias e humilhantes contra um ou mais funcionários de forma repetitiva e constante.
Margarida Barreto resume que: "O assédio é caracterizado por atos de intimidação e práticas de humilhar, rebaixar, intimidar o outro, no local de trabalho. São práticas que individualizam o problema em uma só pessoa, tratam aquele homem ou aquela mulher como incapaz, quando é resultante de condições outras de trabalho."
Geralmente as atitudes antiéticas do assediador ou assediadores contra sua (s) vitima (s) são invisíveis ao grupo e no inicio, até mesmo à propria vítima, pois o plano sádico do agressor, além de humilhar e ferir a imagem e a dignidade do trabalhador, tende a satisfazer seu prazer dainte do sofrimento alheio, sem deixar pistas de que seja o culpado. Freqüentemente praticam ações como:
· Menosprezo: Cumprimenta ou dirige a palavra a todos, menos à (s) vitima (s). Deixa de delegar tarefas importantes, ou delega somente as desnecessárias ou que não correspondem á função. Ausência de feedbacks ou respostas negativas sempre por parte do (s) assediador (s), indiferença a pedido de férias, licenças ou benefícios.
· Humilhação: Chama a (s) vitima (s) por outros nomes ou apelidos. Busca desacreditar a (s) vítima (s) diante de seus colegas de trabalho. Nomeia outro (s) funcionário (s) para executar as tarefas que correspondem às funções da vítima (s). Traz a tona assuntos da vida particular da vítima, como doenças, orientação sexual, condição financeira, etnia, problemas familiares, buscando ridicularizar a mesma. Alega inaptidão ou desinteresse da (s) vítima (s) pelo trabalho diante de atestados médicos ou avaliações precipitadas.
· Perseguição: Controle excessivo somente à (s) vítima (s), sobre idas ao banheiro, consultas e atestados médicos, entrada e saída no local de trabalho, horário de lanche, medição de tempo na execução de uma tarefa, tempo no telefone, atendimento ao publico. Insinua e/ou provoca situações de desentendimentos da (s) vítima (s) com os demais colegas de trabalho. Sugere que seja melhor afastar-se do trabalho seja por atestado medico, demissão, licenças ou exoneração no caso do servidor publico. Exigência de produtividade acima da capacidade do trabalhador ou do limite da função. Boicote a promoções ou transferências almejadas pela (s) vítima (s). Transferência, dispensa ou suspensão desnecessária do local de trabalho.
Muitos casos de assedio moral permanecem desconhecidos diante de acordos internos, pois muitas vezes por medo de perder o emprego a vítima sede e omite os fatos, mas saiba... O agressor sabe que venceu, sabe de suas fraquezas e continua impune.
ACIMA DE TUDO SEJA ETICO COM VOCE MESMO.
JAQUELINE
REFLETINDO SOBRE ASSEDIO MORAL COM MARGARIDA BARRETO
Margarida Maria Silveira Barreto, autora do livro Violência, Saúde e Trabalho: Uma Jornada de Humilhações, é médica ginecologista e do trabalho, pesquisadora do Núcleo de estudos Psicossociais e de Exclusão e Inclusão Social (Nexin-PUC-SP), Assessora técnica do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias Químicas, Plásticas, Farmacêuticas e Similares de São Paulo, também é professora universitária.
A pesquisa foi realizada junto aos trabalhadores (as) do sindicato dos químicos de São Paulo, como o objetivo de analisar os sentidos da saúde e da doença contidos na queixa dos funcionários, e com perplexidade, desvelou situações onde o sofrimento psicosocial, manifestava-se através do autoritarismo, alimentava-se pelo desconhecimento e crescia pelo desrespeito nas relações do mundo do trabalho.
Seu texto expande a compreensão sobre a complexidade do processo das relações de trabalho que levam à humilhações sofridas pelos trabalhadores (as) , identificando situações constrangedoras, doenças ocultas, situação de medo e fragilidade, danos à saúde física, mental e social dos pesquisados, trazendo à tona o assédio moral no trabalho e na questão de gênero.
Margarida Barreto, conforme relata as situações de humilhação e sofrimento em sua pesquisa com trabalhadores (as), nos remete à reflexão de muitos autores da área das ciências sociais, que fundamentados em Marx, conceituam trabalho como “categoria fundante do ser social”. Assimilando que os homens vivem e efetivam a contínua transformação da natureza, e que ao transformarem a natureza, transformam a si mesmos, desvelando novas habilidades, resultando em novos conhecimentos, novas possibilidades e novas ações, nos questionamos sobre o porquê da omissão, diante do temor individual e coletivo em reagir, propiciando a insatisfação e as doenças que ultrapassam a esfera do trabalho e se alastram em todas as relações sociais. O prazer do trabalho é inibido pelo padecer, diante das relações sociais perversas, porém aceitáveis ou mal compreendidas tanto pela vitima quanto pelo agressor.
A leitura da obra de Margarida Barreto, em analogia com as contradições da sociedade capitalista, invoca para a citação de Pedro Demo, (1996, p.32): “A sociedade moderna, todavia, exige um cidadão capaz de estar a sua frente, comandando o processo exponencial de inovação, não correndo atrás, como se fora sucata. Enfrentar desafios novos, avaliar os contextos sóciohistóricos, filtrar informação, manter-se permanentemente em processo de formação, são responsabilidades inalienáveis de quem procura ser sujeito de sua própria história, não massa de manobra para sustentar privilégios alheios”. Compreendemos que todo trabalhador depende do trabalho para as suas satisfações morais, sociais, afetivas, psicológicas e materiais. Todos deveriam ter o direito de trabalhar, conviver e crescer como pessoa e como profissional em um ambiente de trabalho saudável, porém, inúmeras pessoas vêem-se à mercê de ditadores, que perseguem porque também são vítimas de seus impulsos de defesa frente ao insucesso no mundo capitalista.
Fundamentados em Marx, desvelamos que a essência do trabalho consiste precisamente em ir além da fixação dos homens na competição consumista da sociedade capitalista. Através da consciência do homem sobre seu trabalho, ele adquire a possibilidade do seu desenvolvimento superior diante de todo o processo de produção e das relações sociais existentes. Assim, é impossível avançar, via trabalho, para esse amplo desenvolvimento do Ser Social, diante de um ambiente e de relações sociais que propiciam somente conflitos, competitividade e violência: contra a ética, contra a moral e contra a pessoa humana do trabalhador. Através da leitura, percebemos que o assédio moral é uma forma de coação social, que pode instalar-se em qualquer tipo de hierarquia ou relação social que se sustente pela desigualdade social e autoritarismo.
Uma Jornada de Humilhações, retrata nas entrelinhas do assunto principal, a questão de valores e ética. Os valores e a ética, são em parte, uma escolha que exorta os sujeitos sociais a uma responsabilidade e a um compartilhar das mesmas escolhas, fundamentais para a compreensão ontológica dos próprios indivíduos no contexto em que estão inseridos. Assim, no contexto das relações humanas, seja na vida ou na esfera do trabalho, somente a cooperação e a solidariedade fundamentada em valores éticos, poderão superar o autoritarismo e vencer o assédio moral.
Karl Marx diz: “os filósofos não tem feito se não interpretar o mundo de diferentes maneiras, o que importa é transformá-lo”. Cabe a nós interpretarmos a relações sócioeconômicas e culturais, intrínsecas à vida e ao trabalho e ousar transformar a realidade através da ética, do conhecimento e da solidariedade, inibindo a tirania. Por uma sociedade mais justa e humana, que valorize o trabalho, o trabalhar e o trabalhador, temos que nos unir num só grito, CONTRA O ASSEDIO MORAL!!!
“O Assédio Moral no trabalho, é revelado por atos e comportamentos agressivos, que visam a desqualificação, a desmoralização profissional, a desestabilização emocional e moral do (s) assediado (s), tornando o ambiente de trabalho desagradável, insuportável e hostil.
Assediar moralmente, é uma exposição prolongada e repetitiva a condições de trabalho que, deliberadamente, vão sendo degradadas. Surge e se propaga em relações hierárquicas assimétricas, desumanas e sem ética, marcada pelo abuso de poder e manipulações perversas. O perverso do abuso do poder se estabelece subtilmente, através de estratagemas, por vezes até sob uma máscara de ternura ou bem-querer. O parceiro não tem consciência de estar havendo violência, pode até, não raro, ter a impressão de que é ele quem conduz o jogo. Nunca há conflito aberto. Se essa violência tem condições de se exercer de forma subterrânea, é porque se dá a partir de uma verdadeira distorção da relação entre o perverso e seu parceiro.”
MARGARIDA BARRETO.

SER VITIMA DO ASSEDIO MORAL É INSUPORTÁVEL.
MANTER-SE VÍTIMA... É INACEITAVEL. REAJA.
JAQUELINE
JAQUELINE DO ROCIO ALVES COELHO
Assistente Social - CRESS 3064-SC
Aluna do Curso de Pós Graduação em Administração Estratégica de Pessoas do Bagozzi
Orientadora: MARA FELIX
PRIMEIRO DE MAIO.

NÃO PODEMOS DESANIMAR DIANTE DO ASSEDIO MORAL, QUE DESVALORIZA NOSSOS CONHECIMENTOS E CAPACIDADES... SAIBAMOS QUE:
QUEM TRABALHA MUITO... ERRA MUITO
QUEM TRABALHA POUCO...ERRA POUCO
QUEM NÃO TRABALHA...NÃO ERRA
QUEM NÃO ERRA... É PROMOVIDO
JAQUELINE
ASSEDIO MORAL E QUESTÃO DE GÊNERO...

A mulher já se mostrava vítima do assedio moral, por parte da sociedade, quando era limitada à procriação e afazeres domésticos, sendo negligenciada como ser humano dotado de talentos e capacidade intelectual. Vagarosamente e enfrentando muita discriminação, a mulher foi avançando do espaço privado para o espaço público, sendo reconhecida como trabalhadora e cidadã.
A intensificação da presença feminina no mercado de trabalho tem ocorrido em uma conjuntura políticoeconômica extremamente adversa. O histórico do trabalho da mulher retrata que o mesmo foi utilizado em larga escala nas indústrias, onde as trabalhadoras eram submetidas a jornadas de trabalho de até 16 horas diárias, sendo necessárias simplesmente para que as indústrias conseguissem atender ao alto índice de produção e mais valia do capital. Nesse contexto, as políticas públicas trouxeram poucas alterações para o cotidiano das mulheres trabalhadoras, apresentando à categoria lentas transformações e conquistas em relação ao trabalho e a sua vida social.
O aumento da inserção da mulher trabalhadora, tanto nos espaços formal quanto informal do mercado de trabalho, se traduz majoritariamente, nas áreas onde predominam os empregos precários e vulneráveis. O interessante é que há muito mais mulheres com títulos de mestrado e doutorado do que homens, ou seja, o problema não é o despreparo... é a clara discriminação contra a mulher no mercado de trabalho. Como se não bastasse, essa cruel realidade coloca as mulheres à margem da discriminação, tornando-as vítimas do assedio moral e sexual, uma questão vai além da esfera do trabalho e está impregnada na gênese de nossa sociedade, fundamentada por uma cultura machista, autoritaria e competitiva, que ainda considera a mulher o "sexo frágil".
Muitas mulheres são vítimas do assedio moral. Muitas enfrentam o desemprego. Muitas recebem salario menor, mesmo realizando as mesmas tarefas que os homens. Muitas são demitidas após licença maternidade. Muitas enfrentam piadinhas de mau gosto sobre sua feminilidade: "Ela está em TPM; Não ganhou ontem; A noite foi boa; Isso é falta de homem, Mudança de lua e inicio de mês é assim...
MULHER TRABALHADORA... REAJA AO ASSEDIO MORAL E SEXUAL. DENUNCIE.
ESTA SENDO VITIMA DO ASSEDIO MORAL???
MANTENHA O EQUILIBRIO... E TENTE VIVER A VIDA COM ALEGRIA...

REGISTRE TODAS AS SITUAÇÕES, COM HORA, DATA E PESSOAS PRESENTES.
PROCURE MANTER A CALMA E NÃO SE DEIXE INFLUENCIAR POR PROVOCAÇÕES.
UTILIZE-SE DE RECURSOS COMO CAMERA FOTOGRAFICA E GRAVADOR.
EVITE CONTATO ISOLADO COM O AGRESSOR.
PROCURE AUXILIO MEDICO E PSICOLOGICO DENTRO E/OU FORA DA ORGANIZAÇÃO.
JUNTE PROVAS E DENUNCIE.
NO SERVIÇO PÚBLICO ABRA PROCESO ADMINISTRATIVO CONTRA O AGRESSOR.
JAQUELINE
SERVIDOR PUBLICO
DESCONFIANÇA SOBRE ATESTADOS MEDICOS QUANDO COMPROVADO POR ESPECIALISTA A CAUSA DE AFASTAMENTO PARA TRATAMENTO DE SAÚDE, CARACTERIZA ASSÉDIO MORAL.

OBS: O setor público é um dos ambientes de trabalho onde o assédio se apresenta de forma mais visível e marcante, muitas vezes, por falta de preparo de chefias que são indicadas em decorrência de seus laços de amizade ou de suas relações políticas, inibidos de qualquer qualificação técnica ou preparo para o desempenho da função, utilizam o assedio moral como mecanismo de defesa. As vítimas geralmente são servidores que não se curvam ao autoritarismo, ao abuso de poder, a interesse políticos partidários e questionam melhores condições de trabalho e atendimento digno à população, pautado na ética e na cidadania e não em regalias e favores.
CONHEÇA SEUS DIREITOS E LUTE POR ELES.
JAQUELINE
Caros visitantes, segundo a Organização Internacional do Trabalho, "a violência no local de trabalho não é um fenômeno episódico e individual, mas um problema cuja causalidade está em fatores de ordem social, econômico, organizativo e cultural”. A atualidade desvela uma tirania silenciosa, porém mais violenta que a de outrora, onde os trabalhadores eram açoitados, chicoteados e explorados de forma explicita, o que possibilitava a reação, indignação, discussão e punição sobre tais atrocidades.
O assedio moral vai muito além de danos morais e materiais, atinge diretamente a dignidade da pessoa humana e consequentemente a saude fisica, mental, profissional e social do trabalhador. Deixa marcas irreparaveis, traumas, medos, insegurança, sentimento de inutilidade, menosprezo, culpa, depressão, isolamento...
O silêncio e a ignorância são os instrumentos de acoite no assedio moral!!!
Vamos reagir e nos defender!!! Lutando juntos para criação de legislação específica sobre Assedio Moral, previnindo, punindo e coibindo a pratica dessa violência no espaço de trabalho!!!
JAQUELINE

NO ASSEDIO MORAL...
O AGRESSOR GERALMENTE ESCONDE SUA VERDADEIRA PERSONALIDADE...
A VÍTIMA GERALMENTE É UM PROFISSIONAL CAPACITADO E RESPONSAVEL...
O ASSEDIO MORAL PASSA A SER UM MECANISMO DE DEFESA SUJO, MASCARADO PELA INSEGURANÇA E PERVERSIDADE DO AGRESSOR.
Diante da ação camuflada do assediador, se faz necessário dar visibilidade aos fatos, buscando o apoio de amigos, profissionais (psicólogos, assistentes sociais, médicos) , sindicato, Comissões de saúde do Trabalhador (CIPAs), e Ministério Público. A vítima deve resistir ao assédio moral, recolhendo provas, documentando as situações humilhantes vivenciadas (de preferência descritas minuciosamente em diário com data, hora, local e pessoas presentes no momento), relacionando os danos sofridos no desempenho das suas funções e também os distúrbios físicos e psíquicos provocados, de preferência comprovados por prontuário, receituário, atestados, declaração e encaminhamento médico e psicológico.
JAQUELINE
IDENTIFIQUE, PREVINA, COIBA E DENUNCIE O ASSEDIO MORAL CONTRA SI MESMO OU CONTRA OUTROS...
SE NÃO POR SOLIDARIEDADE, POR INTELIGENCIA...
A PRÓXIMA VÍTIMA PODE SER VOCÊ!!!
JAQUELINE
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